sexta-feira, 26 de novembro de 2010

LIVRO - O DOM DA DISLEXIA: O NOVO METODO REVOLUCIONARIO DE CORREÇAO DA DISLEXIA E DE OUTROS TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM




Autor: Ronald D. Davis
Editora: Rocco


O que têm em comum cientistas como Einstein e Darwin; artistas e escritores como Picasso, Leonardo da Vinci e Agatha Christie, um político como Churchill e o general Patton? A essa lista de famosos com um talento especial, porém ainda não reconhecido como tal, podem ser acrescentados John Lennon, Harrison Ford, o jogador de basquete Magic Johnson e empresários como Henry Ford e Ted Turner, o todo-poderoso das comunicações, que criou a primeira rede de TV all news do planeta, a CNN. Além de serem mundialmente famosos, todos são disléxicos. A lista, que inclui vários outros nomes, como o do ator Tom Cruise (que já falou publicamente sobre o problema) está no livro O dom da dislexia – Por que algumas das pessoas mais brilhantes não conseguem ler e como podem aprender", de Ronald D. Davis (com a colaboração de Eldon M. Braun), que a Editora Rocco publica sob o selo Pais, Tais & Profissionais.

Ronald Davis, ele próprio um disléxico, relata no prefácio uma marcante experiência de sua vida. Em 1949, aos 7 anos de idade, estava mais uma vez de castigo no canto da sala de aula, com um lenço branco dobrado sobre sua cabeça, seu "rótulo de demérito". Envergonhado, sem coragem de mover-se para ir ao banheiro, acaba molhando as calças. Tenso, apavorado com a possibilidade de ouvir os meninos gritarem "O retardado fez xixi na calça de novo!", ele permaneceu imóvel até que o sinal tocasse e a sala ficasse vazia. Ainda sem coragem de se mover, ele sussurrou uma prece e então o professor que o havia posto lá o obriga a falar em voz alta o que está dizendo. "Eu pedi para Deus não me fazer sentar no canto nunca mais"

Davis só sentiu que havia finalmente deixado o canto e o castigo muitos anos depois, quando milhares de disléxicos como ele já haviam passado pelo Reading Research Council, um dos programas do Ron Davis´s Research Council. "O tom coloquial com que é escrito promove uma leitura que flui rapidamente. Aparentemente simples e fácil, o livro engana. Na verdade, trata-se de um livro denso: traz muita informação e, principalmente, muita inovação", afirma a psicoterapeuta Ana Lima, que assina o prefácio à edição brasileira. Por isso, é indicado não apenas para os professores e outros profissionais que lidam com o assunto, mas também para os pais que buscam mais informação.

A maior parte das pessoas que conhece o termo "dislexia" o associa a um transtorno de aprendizado que impede os portadores de lerem e compreenderem aquilo que estão lendo e também de escrever apropriadamente. Um distúrbio da leitura e da escrita. O autor mostra, em 34 capítulos divididos em quatro grandes blocos — "O que é realmente a dislexia", "O pequeno D.P. – uma teoria de desenvolvimento da dislexia", "O dom" e "Fazendo algo a respeito" — que, para início de conversa, a leitura e a escrita não são as únicas situações em que os sintomas da dislexia aparecem. E, numa visão que representa um giro de 180 graus em relação às abordagens tradicionais, pródigas em diagnósticos e técnicas paliativas, mas carentes de propostas de solução do problema, mostra que o disléxico, com sua extraordinária habilidade de pensar principalmente em imagens, precisa ter esse dom desenvolvido e não controlado ou reprimido com métodos que cerceiam sua incrível criatividade, como faz a educação tradicional do Ocidente.

No glossário ao final do livro, dislexia é definida como "um tipo de desorientação causada por uma habilidade cognitiva natural que pode substituir percepções sensoriais normais por conceituações; dificuldades com leitura, escrita, fala e direção, que se originam de desorientações desencadeadas por confusões com relação aos símbolos. A dislexia se origina de um talento perceptivo"

Davis mostra que problemas na escola com leitura, escrita, ortografia e matemática, ou ainda troca de letras e palavras, ou lentidão na aprendizagem, são apenas um aspecto da dislexia. "Uma vez, quando fui convidado para uma entrevista na televisão, perguntaram-me pelo ‘lado positivo’ da dislexia. Como parte da resposta, relacionei cerca de uma dúzia de disléxicos famosos. A entrevistadora então comentou: ‘Não é surpreendente que todas essas pessoas tenham sido gênios, apesar de serem disléxicos?’ Ela não percebeu o x da questão. A genialidade deles não ocorreu apesar da dislexia mas por causa dela!

O autor lembra que a palavra dislexia foi o primeiro termo usado genericamente para designar vários problemas de aprendizagem, e por isso ele a classifica de "a mãe do todos os transtornos de aprendizagem". Desde o início do século passado, os pesquisadores apresentaram várias teorias para explicá-la, como algum tipo de lesão cerebral ou nervosa ou ainda uma disfunção congênita. Mas já são mais de 70 os nomes utilizados para descrever seus diferentes aspectos. O fato é que a maioria das teorias foi formulada para explicar sintomas ou características da dislexia, e por que o transtorno ocorreu. A novidade que Davis propõe é a correção da dislexia.

Para Davis, a orientação — compreendida como a capacidade de ver, ouvir ou sentir o mundo exterior a partir de um ponto de vista que faz sentido para a pessoa — é fundamental. Por essa razão ele propõe que as palavras que causam problemas para os disléxicos — que ele chama de palavras-gatilho —, que têm significados e, freqüentemente, vários sentidos diferentes, além de serem comuns na linguagem escrita e falada do dia-a-dia, sejam listadas e trabalhadas com os disléxicos.

Além de dedicar capítulos especialmente aos problemas enfrentados pelos disléxicos com a matemática e a escrita, que tanto preocupam os pais, Davis aborda o Transtorno de Déficit de Atenção (TDA). Ele faz uma dura crítica à freqüência com que escolas vêm utilizando essas palavras para definir um transtorno de aprendizagem, quando, na verdade, se trata de problemas distintos.

"Na maioria dos casos, não se deveria falar em transtorno de aprendizagem, mas em transtorno de ensino. Existe um transtorno médico genuíno chamado TDA que impede a pessoa de manter a atenção. (...) Atualmente, muitos estudantes que não conseguem manter a atenção fixa por muito tempo numa tarefa estão sendo diagnosticados como portadores de TDA. Diz-se a seu respeito que se ‘distraem facilmente’. Levam sua atenção a outras coisas no ambiente em vez de se manterem ligados no que o professor determinou. Às vezes, o problema da TDA é acompanhado de uma segunda condição, a hiperatividade. Ambas têm suas raízes nas diferenças do desenvolvimento das crianças disléxicas durante a primeira infância." Davis sustenta que é natural e fácil para as crianças disléxicas prestar atenção, o difícil para elas é se concentrar. E que, "geralmente, são os disléxicos que são rotulados com a etiqueta hiper por causa dos efeitos físicos da desorientação. Os estudantes, em sua maioria, simplesmente ficam entediados e lutam para permanecer acordados quando estão desinteressados ou confusos. Os disléxicos se tornam também desorientados"

E o autor dá uma alfinetada na porção de culpa das escolas. "Aprender a ficar orientado elimina os sintomas de desorientação, mas nunca tornará um estudante interessado numa matéria que está sendo dada pobremente. É interessante notar que professores muito bons raramente parecem ter estudantes que sofrem de TDA em suas classes, apesar de alguns destes mesmos estudantes serem tachados de portadores de TDA em outras classes.

O livro O dom da dislexia – Por que algumas das pessoas mais brilhantes não conseguem ler e como podem aprender, foi impresso com uma fonte maior do que o habitual e com cuidado de só permitir o aparecimento de palavras divididas no fim de uma linha quando não houvesse alternativa. Isso para fazer com que a leitura do livro se torne mais agradável para algum possível disléxico que desejar lê-lo. Além disso, o livro apresenta uma série de exercícios das técnicas criadas pelo autor para ajudar os disléxicos a desenvolverem seu dom

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Oportunidade de Trabalho para dislexico

Pessoal, meu filho Thiago tem 30 anos é disléxico, discalcúlico e TDA. Possui curso Técnico de Massoterapia e Tecnológico em Gestão Ambiental, mas não consegue trabalho. Devido aos Disturbios que tem, não passa nas entrevistas de emprego. É uma pessoa maravilhosa, educado, lindo, vaidoso e gentil. Se algum leitor deste Blog pode e deseja dar uma oportunidade para ele, por favor entre em contato conosco. Ele aceita qualquer tipo de trabalho desde que seja honesto e sério. Muito obrigada a todos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Depoimento de um disléxico

Nem tudo está perdido!

Com o diagnóstico de dislexia consegui condição especial para o vestibular, sem problemas. Mas sempre ficava a preocupação... E emprego como faço? As empresas vão ter a compreensão adequada sobre as minhas dificuldades? Vai entender que também tenho habilidades?

Mas parece que as coisas estão mudando...

No dia 11.10 houve prova de concurso público para a função de Oficial de Justiça. Me inscrevi e observei que havia condição diferenciada para deficientes. Mas não era o meu caso. Entrei em contato por telefone e expliquei a minha condição de disléxico e informei que gostaria de ter uma pessoa para ler para mim no dia da prova e também tempo a mais para a conclusão da mesma. Me pediram para passar um fax com a solicitação. E assim fiz. Passei uma solicitação explicando o que eu precisava e também passei o relatório da ABD.

Para minha surpresa, no dia da prova, 11.10, minha solicitação havia sido atendida e lá estava uma pessoa para fazer a leitura da prova para mim em uma sala separada dos demais.

Considero uma vitória e gostaria que os outros disléxicos tomassem conhecimento para também solicitarem estas condições quando forem participar de algum concurso público.

Parabéns aos governos por darem oportunidades a todos nós.


Valter Lenadro De Luca - Out 2009
Extraido do site da ABD www.dislexia.org.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Fonoaudiologia e o TDAH

A principal característica do TDAH, é um padrão de desatenção e/ ou hiperatividade.

A desatenção,ou falta de concentração, podem manifestar-se em várias situações, sejam elas escolares, profissionais ou sociais.

A hiperatividade e a impulsividade, causam tantos prejuízos quanto a desatenção.

Esses indivíduos, em sua maioria, têm índices de QI acima da média, levando a família a não entender, como é possível ser tão inteligente em certos aspectos e tão desinteressados nos estudos.

Todos os sintomas, certamente estarão presentes antes dos 7 anos de idade ,mas infelizmente quase nunca são diagnosticados precocemente.

É mais comum que isso aconteça ,durante as primeiras séries escolares ,ou quando encaminhados ao médico especialista por algum outro profissional da saúde (fonoaudiólogo, psicólogo ,etc).

Relaciono a seguir, alguns transtornos que poderão acometer o TDAH, tratados por fonoaudiólogos.

DISLALIA—É a troca ,omissão ou simplesmente distorção de fonemas na linguagem falada.

Vale ressaltar que a criança hoje, deve ter a linguagem correta até os 4 anos de idade.(Devido a cobranças sociais e escolares antecipadas na Atualidade).

A dislalia do TDAH ,é exclusivamente funcional ou seja, aquela em que se descarta qualquer alteração ou má formação orgânica.

Para se adquirir padrões corretos de fala ,a criança ,ouve, repara, e se corrige automaticamente, a medida que desenvolve a linguagem. (A compreensão é anterior )

O indivíduo portador de TDAH , com hiperatividade ou não, tem deficiência na atenção ,e , sem a mesma, em alguns casos , a aquisição da fala fica prejudicada.

O dislálico é fluente ,ele fala com desenvoltura ,mesmo que seja incompreensível. A principal queixa da família é que ele parece falar em outra língua.

Na verdade ,ele acredita que fala como ouve.

Daí a necessidade de só falar de forma correta , para que se processe o feedback auditivo.

Dislexia - É um distúrbio específico da linguagem, caracterizado pela dificuldade ou incapacidade de decodificar (compreender) palavras escritas.

A dislexia é uma alteração da leitura ,que certamente estará presente no indivíduo dislálico não tratado até a alfabetização.

Existem maiores e menores graus de comprometimento, em se tratando de dislexia.

Na cabeça do disléxico ,os símbolos gráficos que compõem a leitura ,não fazem nenhum ou pouco sentido.

Acredita-se que isso possa estar também relacionado ao desenvolvimento psicomotor, (Que deveria estar pronto,antes do aprendizado da leitura e da escrita).

Na dislexia ,encontra-se comprometida a consciência do eixo corporal e a lateralidade. Esse indivíduo vai confundir-se eternamente com direita e esquerda por exemplo.

A causa primária da dislexia é a relação espacial alterada, fazendo com que a criança não consiga decifrar satisfatoriamente os códigos da escrita (ler).

Nem todo distúrbio de aprendizagem é dislexia.

Para se ter um diagnóstico de dislexia faz-se necessário uma avaliação cuidadosa ,geralmente por feita por uma equipe multi-disciplinar.

Essa equipe terá a função básica de eliminar ou apontar outras causas responsáveis pela não aquisição da leitura.

O TDAH , pode apresentar dislexia em sua forma total ou simples distúrbio no aprendizado da leitura.

A escrita e a leitura ,estão intimamente ligadas, porém uma , pode estar comprometida e a outra não.

DISGRAFIA- . É uma deficiência na linguagem escrita , mais precisamente na qualidade do traçado gráfico , sem comprometimento neurológico e/ou intelectual.

Nas disgrafias, também encontramos níveis de inteligência acima da média ,mas por vários motivos ,apresentam escrita ilegível ou lenta.

A ‘letra feia’ (disgrafia) está ligada à dificuldades para recordar a grafia correta para representar um determinado som ouvido , ou elaborado mentalmente.

A criança ,escreve devagar ,retocando as letras , e realizando de forma inadequada as uniões entre as mesmas.

Normalmente as amontoa ,com o objetivo de esconder os erros ortográficos.

Assim como a dislexia ,a disgrafia também está relacionada à má organização de espaço temporal, fazendo com que uma organização de caderno, por exemplo, seja ‘inexistente’.(usa espaços inadequados entre as palavras, margens inexistentes, letras deformadas, escrita ascendente ou descendente ,etc).

DISORTOGRAFIA- Tanto a disgrafia ,quanto a disortografia, são alterações da linguagem escrita.

Essas duas alterações, podem estar presentes num mesmo indivíduo, mas não é via de regra.

Na disortografia, a criança escreve nos espaços certos , a caligrafia é clara ,porém cheia de erros ortográficos.

Antes de se fazer um diagnóstico de disortografia, deve-se avaliar com cuidado o grau de escolaridade . No processo educacional, dependendo da série ,vários erros ortográficos serão permitidos.

A disortografia é a incapacidade de aprender a usar os processos gráficos para representar na escrita a linguagem oral.

DISCALCULIA- A discalculia, é a dificuldade ou a incapacidade de realizar atividades aritméticas básicas, tais como quantificação, numeração ou cálculo.

A discalculia é causada por disfunção de áreas têmporo–parietais, muito compatível com o exame clínico do TDAH.

Vale lembrar que alguns indivíduos têm menos aptidão para matemática do que outros, e nem por isso pode-se diagnosticá-los como se tivessem discalculia.

A discalculia está quase sempre associada à quadros de dislexia e do TDAH. (onde se encontram indivíduos com QI acima da média.)

Eliana de Souza Alves Mancini

Fonoaudióloga

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

TESTE PARA SINDROME DE IRLEN

Marque cada resposta em relação a você durante atividades de leitura: SIM NÃO

01. Você salta palavras ou linhas quando lê?

02. Você relê palavras ou linhas?

03. Ao ler um texto, você perde a parte onde estava?

04. Você se desliga do que está lendo com frequência?

05. Quando está lendo, você precisa de fazer intervalos?

06. Você sente que a leitura fica mais difícil na medida em
que você lê?

07. Você fica com dor de cabeça quando lê?

08. Quando você lê, seus olhos ficam ardendo, com sensação de
areia ou lacrimejando?

09. Ler o(a) deixa cansado(a)?

10. Você pisca, aperta os olhos ou franze a testa ao ler?

11. Você prefere ler em ambiente menos iluminado?

12. Você lê com a página muito perto dos olhos?

13. Você usa o dedo ou um objeto para ir marcando onde está no texto enquanto está lendo?

14. Você fica agitado, hiperativo ou mexe muito quando lê?


Obs. A partir de 3 (três) respostas com SIM, há indicação da necessidade do teste completo, com avaliação profissional por um(a) screener certificado(a).

© Irlen 2006 – Traduzido, com permissão, por Lucília Panisset Travassos, Screener Certificada pelo Irlen Institute / Hospital de Olhos de MG
lucilia@irlenbrasil.com.br
ou www.apraconhecimento.com.br

Matéria extraida do site: www.irlenbrasil.com.br

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Teste Dislexia Adultos

1: Tem dificuldade em distinguir o lado esquerdo e o direito?

2: É complicado ler um mapa ou encontrar uma direção para um local desconhecido?

3: Sente-se desconfortável quando tem que ler em voz alta?

4: Demora mais tempo do que era suposto para ler a página de um livro?

5: Sente dificuldade em perceber ou recordar tudo o que leu?

6: Não gosta de ler livros com muitas páginas?

7: Tem dificuldade em soletrar palavras?

8: A sua letra (caligrafia) é difícil de ler?

9: Fica confuso se tiver que falar em público?

10: Acha difícil escrever mensagens no telefone celular?

11: Quando diz uma palavra longa, tem dificuldade em dizer os sons pela ordem correta?

12: Acha difícil somar ou subtrair usando somente a sua mente (sem usar os dedos ou papel)?

13: Confunde os números quando os marca no telefone?

14: Não consegue dizer os meses do ano rapidamente?

15: Não consegue dizer os meses do ano de trás para a frente?

16: Confunde datas e horas e esquece-se de compromissos importantes?

17: Acha que o preenchimento de impressos são algo confusos?

18: Confunde números como 95 e 59?


Se voce é ou se sente conforme descrito acima, voce tem grande chance de ser um disléxico.

Fonte: www.espacoaprendizagem.info/teste-dislexia-adulto/

domingo, 7 de novembro de 2010

Dra Marcia Guimarães (Oftalmologista)

Informo abaixo os dados de contato da Dra. Márcia Guimarães - Oftalmogista especializada em Disturbios de Aprendizagem relacionados à visão.

Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães
Rua da Paisagem, 220 Vila da Serra - Belo Horizonte - MG - Brasil
telefone: (31) 3289-2000
email: holhos@holhos.com.br
site: www.holhos.com.br

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Matéria para o Fantástico

Pessoal, a reportagem sobre discalculia que iria ao ar neste domingo no Fantástico, foi cancelada.
Avisarei a todos quando tiver nova data.