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Classe de Gênios

Dislexia não tem nada a ver com burrice Albert Einstein Quem foi: O maior físico do século 20, pai da teoria da relatividade Efeitos da dislexia: Começou a falar tarde, tinha raciocínio lento e baixo rendimento escolar. Só foi alfabetizado aos 9 anos. Leonardo da Vinci Quem foi: Um dos pintores mais famosos do mundo, autor da Mona Lisa Efeitos da dislexia: Manuscritos acusam o distúrbio. Ele escrevia de trás para frente – traço característico de disléxicos canhotos. Thomas Edison Quem foi: Cientista do século 19, inventou a lâmpada incandescente Efeitos da dislexia: Era tido como mentalmente atrasado pelos professores. Sua mãe passou a educá-lo sozinha. Agatha Christie Quem foi: A mais famosa escritora policial de todos os tempos, autora de mais de 80 livros. Efeitos da dislexia: Agatha não escrevia seus livros diretamente. Ela ditava as histórias para uma secretária ou usava um gravador. Fonte: Eduardo Petrossi - Super Interessente

Ler ou não Ler

O que é dislexia? Dificuldades de ler, soletrar ou até mesmo identificar as palavras mais simples. Muito mais do que preguiça, falta de atenção ou má alfabetização, pessoas com esses sintomas podem ter dislexia. Apesar da assustadora impressão do termo, dislexia não é uma doença. Ela é um distúrbio genético e neurobiológico de funcionamento do cérebro para todo processamento lingüístico relacionado à leitura. O que ocorre são falhas nas conexões cerebrais. Assim, a pessoa disléxica tem dificuldade para associar o símbolo gráfico e as letras ao som que elas representam e não consegue organizá-los mentalmente numa seqüência coerente. Por exemplo, a palavra “superinteressante” pode ser vista e entendida por um disléxico como “suprinteressãmt”. “Os mesmos sintomas da dislexia podem aparecer para vários outros quadros, como hiperatividade ou lesões cerebrais. Assim, um diagnóstico preciso deve ser feito por uma equipe multidisciplinar”, diz Maria Ângela Nogueira Nico, coordenadora científic...

Vestibulares permitem tempo extra e acompanhante para disléxicos em prova

Distúrbio compromete leitura, escrita e preenchimento de gabaritos pequenos; portador precisa provar distúrbio com laudo médico. As letras se embaralham, os números se invertem e nenhuma pergunta faz sentido. Escrever redação? As ideias parecem não querer se fixar no papel. Esse é o retrato do nervosismo na hora da prova para muitos vestibulandos. Mas para os disléxicos, isso é o que acontece sempre que precisam escrever ou ler algo, por mais simples que seja o texto, ou por mais que dominem o assunto. Para compensar essas dificuldades, muitos vestibulares oferecem a eles condições especiais de exame como tempo extra para responder às questões. O disléxico normalmente: Demora para se alfabetizar e mesmo adulto, lê com erros; Confunde letras e números de formato parecido (b, p e d, por exemplo); Escreve com dificuldade, ‘come’ ou inverte letras ou palavras; Tem problemas de memória e concentração; Vê dificuldade em conceitos abstratos; Confunde esquerda e direita e se perde; Tem t...

Como funciona nosso cérebro?

O cérebro é um sistema ultra-organizado e supercomplexo. Existem milhares de interconexões entre as diferentes regiões, a maioria ainda desconhecida pelos cientistas. Este esquema ilustra uma versão simplificada dessas conexões. 1- Córtex pré-frontal Comanda a capacidade da raciocinar, de resolver problemas e determina as respostas do comportamento do indivíduo ao estímulo recebido. Esta área é uma das últimas a amadurecer na adolescência. Talvez seja a razão por que o jovem toma decisões rapidamente, sem pensar nas conseqüências. É aqui também que os neurônios envolvidos em algumas atividades que exigem concentração, como fazer palavras cruzadas, são estimulados. 2- Lóbulo frontal Região onde estão armazenadas informações que permitem o discernimento social e a capacidade de prever as conseqüências de uma atitude. Quando a pessoa toma um drinque, o álcool atinge o lóbulo frontal, levando-a a sentir-se mais alegre e relaxada. 3- Córtex motor primário Principal região do cérebro, respon...

Transtorno de Déficit de Atenção em Adultos

Incluído em 22/02/2005 O Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade é uma das condições neurológica e de desenvolvimento mais estudadas. Em termos gerais, desatenção, impulsividade e hiperatividade são os sintomas de Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade, o qual, acreditava-se anteriormente, acometia apenas as crianças. Hoje já se reconhece que o Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade é uma condição crônica, que persiste na vida adulta. Entre a infância, adolescência e fase adulta há uma mudança no quadro clínico e nos sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade e, embora a hiperatividade e a impulsividade diminuam com o passar dos anos, as dificuldades de atenção persistem ao longo do tempo. É comum as crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade terem também um dos pais com esse problema. Isso ocorre porque, infelizmente, como tantas outras características, também essa é uma condição genética em cerca de...

Dislexia em Adultos

*Se você está lendo este texto, já foi diagnosticado e gostaria de esclarecer algumas dúvidas ou *Talvez tenha um filho disléxico, e gostaria de prever seu futuro. *Ou então é profissional que atua na área, e gostaria de obter mais informações sobre o tema. *Algumas questões de destaque tentarão cobrir as principais dúvidas. Uma vez disléxico...sempre disléxico? Estudos em outros países demonstram que este é um distúrbio de aprendizagem de natureza persistente. O disléxico mantém seu padrão de dificuldade através dos anos, a não ser que tenha recebido instrução específica eficiente e continuada, e que concomitantemente tenha desenvolvido estratégias de compensação. Dependendo da situação, o disléxico se torna mais ou menos eficiente em tarefas de natureza gráfica. O que pode mudar, assim, é o grau de manifestação do distúrbio. É possível melhorar agora? Um trabalho regular com professora sistemática, compreensiva, altamente motivadora e engajada pode ser muito efetivo. A intensidade e ...